Calasans participa do 9º Viver Mulher, realizado pela CONTRATUH

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O vice-presidente da FETRHOTEL Francisco Calasans Lacerda participou da 9ª edição do Seminário Nacional “Viver Mulher – Respeito, Dignidade e Igualdade – Não à violência”, realizado pela CONTRATUH (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade – CONTRATUH). O evento teve início na última quarta-feira (25), em São Luís, Maranhão e encerrou hoje (27).
Calasans que também é vice-presidente da CONTRATUH e presidente do SINTHORESP 9Sindicato dos Trabalhadores Hoteleiros de São Paulo), durante o evento, fez uma sessão de autógrafos em um CD, lançado por ele.
O presidente da CONTRATUH, Moacyr Roberto Tesch Auersvald, abriu o evento falando da importância de abordar e discutir os temas relacionados à mulher.
Na abertura do evento estavam a diretoria Administrativa e Executiva da CONTRATUH, a abertura do evento a deputada estadual Francisca Primo (PT), os vereadores de São Luís, Professor Lisboa (PCdoB) e Ricardo Luiz Serra (PHS), a coordenadora municipal da mulher de São Luís, Vânia Albuquerque, representantes da Justiça Federal, o secretário geral da União Internacional dos Trabalhadores na Alimentação – UITA, Gerardo Iglesias e o presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores do Maranhão – NCST-MA, Raimundo Henriques da Silva.
Na noite do dia 25, a Secretária Nacional da Mulher e Juventude da NCST, Sônia Zerino, falou sobre os avanços e desafios da mulher no mercado de trabalho. Depois de parabenizar o presidente da CONTRATUH e toda diretoria pela realização do evento ela disse que é importante fazer o debate do recorte de gênero e raça dentro da organização sindical.
“Mesmo nós sendo hoje 52% da população deste país, quase a metade da população economicamente ativa, tivemos sim muitos avanços, mas ainda temos muito desafios e melhorias para conquistar. Estudamos mais que os homens e ainda ganhamos menos, ainda temos um cenário de discriminação racial e no ambiente do trabalho, sofremos assédio moral e sexual, violência doméstica e institucional e outros problemas. Isso tudo ainda afeta muitos as mulheres. Por isso a importância do debate e da conscientização dos nossos direitos”, afirmou.

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