Sindicalistas discutem negociações de Acordos Coletivos e a possibilidade de realizar o Garçom Cross Estadual

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A realização do Garçom Cross Estadual foi um dos temas da pauta da reunião da Fetrhotel (Federação Interestadual dos Trabalhadores Hoteleiros de São Paulo e Mato Grosso do Sul), realizada no último dia 4 de setembro, em São Paulo. A reunião contou com a presença de dirigentes de sindicatos filiados e do presidente da Fetrhotel, Cícero Lourenço Pereira.
A organização de um evento estadual que agregue todos os trabalhadores do setor foi bem recebida pela maioria dos presidentes. Alguns defenderam que o evento também deve buscar a participação de outros trabalhadores do setor, não ficando restrito a garçons e garçonetes.
Os dirigentes sindicais aproveitaram o momento para falar sobre o Garçom Cross de 2014 e as inovações que cada um tem feito no evento para atrair a participação dos trabalhadores. Alguns presidentes de Sindicato, que trocaram a realização do Garçom Cross por competições esportivas, falaram sobre o sucesso que essas competições tem feito entre os trabalhadores.
Ministério Público
O ponto alto dos debates entre os sindicalistas foi o relacionamento das entidades com o Ministério Público do Trabalho e Emprego. A esse respeito o presidente da Fetrhotel falou sobre as exigências que tem sido feita aos sindicatos e descreveu o quem tem sido discutido nas reuniões entre o MPT e a Fetrhotel, que tem sido realizada em Brasília.
Também foram discutidos diversos pontos sobre a campanha salarial de 2014 e ressaltada as dificuldades nas negociações com a patronal.
Segundo o presidente da Fetrhotel, o setor está vivendo uma situação inédita de pleno emprego e está faltando mão-de-obra no setor. No entanto, empresários se recusam a melhorar as condições de emprego e os salários dos trabalhadores.
“O movimento sindical está apático. As negociações estão cada vez mais complicadas. A categoria está crescendo e estamos vivendo o pleno emprego, mas os patrões continuam não valorizando a categoria e tratando como se fosse uma categoria de subemprego. As negociações dos Acordos Coletivos são também momentos de luta e pressão. Sabemos que por sermos uma categoria pulverizada a luta é mais difícil, mas temos que lutar e fazer pressão”, concluiu o presidente.

 

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